sábado, 1 de outubro de 2011

O papel mache de Liliane e Simone Santiago


Conheci um trabalho super bacana em papel maché de duas irmãs que trabalham juntas: a Liliane e a Simone Santiago. O papel maché é uma técnica que dá mil e uma possibilidades. A gente pode viajar na fantasia, no lúdico, no design e na criação de inúmeras peças desde os utilitários até os acessórios femininos. Foi isso que essas irmãs fizeram.


O que me chamou atenção no trabalho das duas além da graça das peças, foi justamente o fato delas terem uma espécie de prestação de serviços e criarem objetos e personagens para todos os usos. Assim qualquer pessoa pode ter um topo de bolo exclusivo feito em papel maché, uma escultura decorativa especial para o quartinho do bebê, ou ainda decorar toda a vitrine de sua loja com figuras do imaginário que enchem os nossos olhos. As figuras das irmãs tem um toque especial que combina com as palavras delas: “A graça não está em buscar coisas diferentes para fazer coisas comuns mas em buscar coisas comuns para fazer coisas diferentes.”

Querem ver mais? As duas ainda criaram toda uma linha de pulseiras em papel maché, cheias de estilo e cor.



Mas tem coisas importantes também: elas ensinam suas técnicas, compartilham sua experiência e propõem projetos diferentes em seus cursos. Faço questão de sempre divulgá-los aqui para os sortudos de Londrina e arredores e já fiz o meu papel de pidona, sugerindo que elas criem apostilas de todo esse material de curso pra vender pra nós, pobres mortais curiosos.


Nesse momento elas estão se preparando, produzindo muitas peças para a Feira Internacional Mãos e Arte que acontecerá em Londrina no mês de novembro. E estão em busca de patrocinadores. Caso você está interessado em fazer uma encomenda, a única exigência das meninas é um prazo mínimo de 15 dias para finalizar a peça. Então, quer noivinhos para seu bolo? Entre em contato com as irmãs Santiago através do email slpapelmache@gmail.com ou visite o blog delas SL Papel Maché.

domingo, 18 de setembro de 2011

O papel mache de Lúcia Klein



Foi uma grande e feliz coincidência, receber o email da Lúcia do Calma que Estou com Pressa, justamente no mesmo dia que estive com Fábio Smith e ele nos ofereceu seus Bois-bumbás para o Bazar da Vila. Ela me mandou, para participar do nosso mural, as fotos do Bumba-meu-boi em papel maché que ela tinha criado para a comunidade Desafio Artístico no Orkut. Com certeza uma grande coincidência cujo motivo vou mostrar pra vocês.

A comunidade lança aos seus participantes todos os meses um desafio artístico, e no mês de julho o desafio tinha sido Folguedos Populares. E é claro que em seu tratando de Lúcia Klein, a regra principal seria reciclagem. E assim ela participou do desafio criando um Bumba-meu-boi reciclando um pote de iogurte e jornal na técnica do papel maché. Querem ver?



A Lúcia lavou bem o potinho do iogurte e recheou com massa de papel maché pra ficar bem durinho. Na massa ela encaixou tampinhas de adoçante, moldou o boizinho e esperou secar.



Depois ela pintou conforme os bumbas que vemos em nosso folclore, fixou o saiote de chita e estava pronta para o desafio artístico.


A Lúcia Klein é uma pessoa que prova o tempo todo com seus trabalhos o que é a capacidade de transformação das coisas. É um baita exemplo de criatividade usando a reciclagem e uma inspiração para todos nós. Convido vocês a visitar o blog da Lúcia, o Calma que Estou com Pressa, claro, isso se você ainda não a conhece.

Em tempo, pra aprender a técnica da massa de papel-maché dê uma espiada aqui, e pra conhecer a técnica da Lúcia, clique aqui.

Lúcia, obrigada mais uma vez por sua colaboração valiosa. Beijo grande.

Fotos cedidas por Lúcia Klein

Papel mache de Bruno Daltro


Papel Mache de Bruno Daltro - gatos

Bonecas em Papel Mache

Bichos simpáticos em Papel Mache

Feira é uma coisa interessante. A gente fica cansada antes de ir só em pensar, mas depois tira energia não se sabe de onde para não perder nada. O trabalho de Bruno Daltro estava exposto numa feira, a Fennearte em Recife. Não teve como não ver, pois é vivo, alegre, divertido. As figuras exageradas nos detalhes, de personagens que tem tanto a ver com coleções como os gatos e elefantes, ainda mais bem expostos contra o fundo negro, atraem naturalmente o olhar. Daltro é artista plástico e considera que o papel maché por ser tão ecológicamente correto, é o material que atende às condições de manipulação que um artista precisa, pois além de ser flexível, depois de seco tem propriedades que possibilitam ser raspado, lixado e gravado. Isso sem contar as inúmeras receitas secretas da pasta base que foram desenvolvidas por artistas mundo afora. Mas hoje o assunto é o seguinte: garimpei esse trabalho pra lá de bacana para vocês e quem desejar adquirir as peças de Daltro é só entrar em contato com ele através do site: www.brunodaltro.com.br ou pelo e-mail: bruno_daltro@yahoo.com.br .

As peças dele também estão à venda na Babel das Artes, visite.

Fotos: Marcelo Pereto

sábado, 10 de setembro de 2011

Artesanato em Papel Mache (Handcrafts) - Bonecos 2ª Parte

TECA SILVESTRE PINTANDO ARTE

Papier Mache Monsters

A Roca | Camisa bordada Profª Mara

Artesanato: Como fazer pulseiras e braceletes de

Leciane Lima - Artesanato de Papel

Papel machê de Rachel de Paula

Gloomy Art Dolls

Paper Mache Art Exhibition 2009

Papier Mache Art

Artesanato em Papel Mache (Handcrafts) - Estrutura das Bonecas

Bonecos bobos - Artesanato e decoração

Vídeo da Oficina de Máscaras

Papel Maché

Maripel Cadernos no Tarde Livre - parte 1

Kika - De onde vem o papel?

Como fazer papel reciclado

A História do Papel com o passar dos anos







Aqui é descrita a História do Papel com o passar dos séculos.



Os egípcios, que abasteciam o mundo com o papiro, tinham em sua fabricação grande fonte de renda. O papiro era valorizado entre os romanos que o chamavam papel augusto. O papiro era considerado importante instrumento de escrita naquela época, como hoje são os aparelhos de comunicação.

Olho de Horus



O papel propriamente dito surgiu na China, na província de Hunan, por seu inventor T'sai Lun. Os processos de sua fabricação desenvolveram-se lentamente, assim como a divulgação desta técnica pelo mundo, aparecendo na Europa apenas dez séculos após sua invenção.

Dinastia Han



O Washi, ou papel japonês, teve grande desenvolvimento nas aldeias japonesas, sendo até os dias de hoje exportado para o mundo. Os idosos que ainda fabricam papel, são considerados tesouros vivos do Império.

Colheita do Kozo



Longo foi o trajeto do papel no mundo. Em 1765 o cientista Dr. Jacob Schäffer pesquisou ninhos de vespas chegando à conclusão de que eram feitos de fibras de celulose. Esta descoberta propiciou o início das indústrias papeleiras a partir de troncos de árvores.

Roteiro do papel no Mundo



O papel artesanal no Brasil tem duas fases: uma no século XIX e outra retornando em 1980 em Belo Horizonte/MG, expandindo-se nos outros Estados brasileiros até os dias atuais.

Brasil Colonial